Uruguai campeão das Américas

Com dois gols de Forlán (2) e um de Suárez, a Seleção do Uruguai ganhou com sobras do Paraguai e conquistou pela décima quinta vez a Copa América, no Estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires na argentina. Os uruguaios venceram os paraguaios de 3 a 0 e superaram a Seleção da Argentina, que ganhou 14 competições, e a Seleção Brasileira, que ganhou oito vezes a disputa continental. O Paraguai que não venceu nenhum jogo, ficou com o vice da Copa América’2011, e o Peru, que derrotou a Venezuela por 4 a 1 neste sábado, ficou com o terceiro lugar. A Venezuela, maior surpresa da Copa América, garantiu o quarto lugar continental.

O Uruguai sua força e toda qualidade no futebol sul-americano e mundial com a conquista do título da Copa América de 2011, superando Argentina e Brasil que surgiam como favoritos das torcidas, das mídias e dos dirigentes e foram eliminadas nas quartas-de-finais continentais. Neste domingo, no  Monumental de Nuñez, a Seleção Uruguai fez o que o Brasil não conseguiu: dominou e venceu facilmente a retranca armada pelo Paraguai, por 3 a 0 (com um gol de Luis Suárez e dois de Diego Forlán), e sagrou-se campeã da Copa América.

Com a conquista, o Uruguai se torna o melhor e mais bem-sucedido na Copa América, com 15 títulos – o último troféu havia sido levantado em 1995. A Argentina tem 14, e o Brasil, oito. Já o Paraguai ficou com a segunda colocação na Argentina com uma campanha curiosa: não venceu um jogo sequer, eliminando brasileiros e venezuelanos nos pênaltis.

A ressurreição do futebol uruguaio começou antes mesmo da Copa América. A seleção sul-americana foi a quarta colocada na Copa do Mundo do ano passado e teve o melhor jogador do torneio, Diego Forlán. Em 2011, comemorou o vice-campeonato do Mundial Sub-17 e a presença do Peñarol na final da Copa Libertadores da América, perdida para o Santos. A cordialidade entre uruguaios e paraguaios durou até o início da decisão da Copa América. Antes de a partida começar, as duas equipes se confraternizaram no gramado do Monumental de Nuñez e estenderam os cumprimentos a Joseph Blatter, presidente da Fifa, bastante vaiado pelo público presente.

Quando a bola rolou em Buenos Aires, o clima político desapareceu. Uruguaios e paraguaios, famosos pela dedicação e raça em campo, disputavam todas as jogadas com rispidez. Um dos mais exaltados era o zagueiro Diego Lugano, que não se entendia com o atacante adversário Haedo Valdez.

O Uruguai com mais craques e conjunto estava mais preocupado em jogar futebol. Com os paraguaios abusando da marcação, o time dirigido por Oscar Tabárez pressionou desde os primeiros minutos da decisão continental. E fez o primeiro gol  aos 11 minutos, quando Suárez recebeu lançamento na área, limpou a marcação e bateu cruzado. A bola tocou em jogador paraguaio e entrou. O Uruguai  seguiu buscando o gol com mais técnica e vontade, até ampliar o placar aos 41 minutos. Arévalo desarmou Ortigoza e passou para Diego Forlán, que chutou bem para as redes. Forlán, o melhor jogador da última Copa do Mundo, não fazia um gol por sua seleção desde a disputa na África do Sul, com total de 12 partidas internacionais. No segundo tempo, o Paraguai tentou reagir e Valdez emendou de primeira  um passe Ortigoza  para Muslera desviar a bola, que bateu no travessão uruguaio.

Bem a defesa, o Uruguai soube garantir a vitória construída no primeiro tempo. Seguiu no ataque e aos 44 minutos Forlan mostrou sua categoria, depois de boa jogada do ataque uruguaio, e fez 3 a 0, conquistando a copa América de 2011, em grande estilo e com festa no Monumental de Nuñez, pelas ruas e avenidas de Buenos Aires e uma comemoração fantástica em Montevidéu e toda nação uruguaia. Grande, Uruguai…

Eis a ficha técnica da grande conquista do Uruguai em cima do Paraguai:

Uruguai 3 x 0 Paraguai

No Estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires

Gols de: Luis Suárez, aos 11min, e Diego Forlán, aos 41min do primeiro tempo, e Diego Forlán, aos 44min do segundo tempo

Uruguai- Muslera; Maxi Pereira, Lugano, Coates e Cáceres (Godín); Álvaro González, Diego Pérez (Eguren), Arevalo Rios e Alvaro Pereira (Cavani); Diego Forlán e Luis Suárez. Técnico: Oscar Tabarez

Paraguai-Villar; Veron, Paulo da Silva, Marecos e Piris; Vera (Hernán Pérez), Ortigoza, Victor Cáceres (Estigarribia) e Riveros; Zeballos (Barrios) e Haedo Valdez. Técnico: Gerardo Martino

Juiz: Sálvio Spínola (Brasil).

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