Brasil e Argentina, clássico que mexe com as torcidas

A 568 dias da abertura da Copa do Mundo de 2014, em São Paulo, na Arena do Itaquera, do Corinthians, a Seleção Brasileira joga hoje contra a Argentina, no lendário Estádio La Bombonera, do Boca Juniores, valendo o título do Superclássico das Américas. Será o último jogo dos brasileiros na temporada e vale para o técnico Mano Menezes mostrar a força de seu time que vai tentar ser hexacampeão mundial. O treinador chamou só titulares e reservas que atuam no futebol brasileiro, sendo cinco do Fluminense e quatro do Atlético, campeão e provável vice-campeão nacional.
 
No primeiro jogo da decisão de brasileiros e argentinos, em Goiânia, o time verde-amarelo venceu de 2 a 1  e o no segundo clássico sul-americano, que seria na cidade de Resistência, na Argentina, devido à falta de energia elétrica, em outubro, a disputa foi cancelada e marcada para esta quarta-feira, dia 21 de novembro de 2012, na capital argentina.
 
Dois atrações da Seleção Brasileira convocada por Mano Menezes são o goleiro Diego Cavalieri e o artilheiro Fred, ambos do Fluminense, que se destacaram  como o melhor goleiro e o goleador nacional até agora. O treinador brasileiro só vai anunciar o time titular  na hora do clássico Argentina e Brasil em La Bombonera,  a disputa começa às 22 horas e o estádio sagrado do Boca vai ficar lotado. Mas o temor dos clubes que enfrentam o o Boca Juniors em disputas internacionais não deve ser o mesmo na competição de brasileiros e argentinos. Vai ter pressão só que sem o ardor e empolgação dos boquenses, que quase nunca perderem em casa e intimidam rivais nacionais e internacionais. Será a primeira vez que a Seleção Brasileira joga no La Bombonera e contra os hermanos. Podendo empatar e garantir o final de ano com um título em cima dos argentinos, Mano Menezes sabe dos riscos que vai enfrentar em Buenos Aires, em La Boca.
 
Ele relembra que em 2007, com o Grêmio de Porto Alegre, e perdeu na final da Copa Libertadores, em La Bombonera. O Tricolor Gaúcho foi derrotado pela força e o talento dos companheiros de Román Riquelme, o líder e ídolo dos argentinos. Mano Menezes acha que agora será tudo diferente e confiam numa grande exibição e no time armado para a disputa em La Bombonera. ” O que penso sobre La Bombonera é a mesma coisa que falo de todos estádios, uns mais e outros menos. O Boa já não ganha como antes e  lhe faltam craques e a força do passado, embora, como A Seleção Argentina seja um adversário respeitável”. disse o treinador.
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