Mineirão e Seleção de Felipão desaprovados

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Brasil 2, Chile 2 nesta quarta-feira, dia 24 de abril de 2013, em Belo Horizonte serviu para demonstrar que nem o time de Luiz Felipe Scolari e nem o Mineirão e os serviços de atendimento à torcida e os convidados antes, durante e depois do amistoso internacional funcionariam de acordo com o desejo da maioria, apesar das autoridades, do Governador Antonio Anastasia ao secretário Tiago Lacerda e aos dirigentes e Comitê da copa do Mundo dizerem que tudo foi fantástico, sensacional e maravilhoso. 

Falharam os jogadores que atuam no Brasil convocados por Felipão e também o esquema de venda de ingressos pela internet e nas bilheterias do Mineirão das sedes do Atlético e Cruzeiro, o esquema de trânsito, de transportes, de atendimento dentro e fora do estádio da Pampulha e os serviços no estádio e fora dele, dos bares e restaurantes e da recepção e orientação dos torcedores para todos os setores, exceção para os camarotes e afins. Uma reclamação generalizada e até ingressos clonados e lugares numerados com torcedores com ingressos duplicados aconteceram.

Torcedores reclamaram, além da venda e distribuição de ingressos e dos transportes, principalmente da falta de estacionamento já que sob a alegação de adoção do padrão FIFA, os motoristas particulares e de táxis, vans e serviços especiais não podiam parar nas entradas ou saídas do estádio e a torcida só podia descer dos ônibus e carros não credenciados até dois ou três quilômetros dos portões e catracas. O entorno do Mineirão praticamente não teve onde estacionar e apenas em avenidas e ruas de bairros próximos puderam ser utilizados.

 Depois de ter de andar de onde deixou o carro ou o transporte coletivo até as portarias e catracas  passando por labirintos e currais feitos com grandes, os torcedores tinham de enfrentar longas filas por todo ingresso ter de ser vistoriado e cada torcedor – mulheres em uma catraca e homens e crianças em outra- ter de ser revistado e sua entrada examinada. Na passagem nas catracas, muitos ingressos não eram aceitos ou travavam o sistema e era preciso chamar um funcionário que liberava a passagem. Quem chegou mais cedo encontrou dificuldades para comprar refrigerantes, água e outras bebidas e alimentos nos bares e restaurantes. Muitos torcedores só conseguiram entrar e assentar  com o jogo em andamento ou até no segundo tempo. Grande número não aguentou os problemas e foi para casa. 

Os engarrafamentos começaram nas rotas das avenidas Antônio Carlos e Carlo Luz (Catalão) a partir das 17 horas e cresceram mais depois das 19 horas. Como exemplo, dois torcedores  que sairam do Bairro Anchieta, na região Sul, chegaram ao estádio duas horas depois. Na volta, para quem estacionou perto do estádio ou teve acesso ao estacionamento do Mineirão, encontrou menos problemas mas o retorno ficou entre meia e uma hora dependendo do trajeto e da região a ser atingida. Dentro e fora do estádio surgiram também problemas nos banheiros, de falta de iluminação correta e de busca de portões, entradase saídas. O Mineirão não passou pelo teste de atendimento antes, durante e depois de Brasil 2, Chile 2.

Na hora do jogo, a decepção com a Seleção Brasileira  com jogadores que atuam nos clubes brasileiros,  foi semelhante aos serviços e atendimento. O Brasil não brilhou e quase perdeu para o Chile. Começou perdendo de 1 a 0, gol de  Marcos Gonzales mas Réver empatou para a Seleção Brasileira. Neymar fez 2 a 1 e Vargas empatou. A torcida não gostou do resultado e nem da atuação dos brasileiros. Vaiou muitos jogadores e gritou olé quando os chilenos tocavam a bola. Agora, dia 14 de maio, Felipão chama quem vai jogar na Copa das Confederações e terá ainda dois jogos no Maracanã  e no Estádio do Grêmio em Porto Alegre.  Felipão vai ter de trabalhar muito para o time acertar e mostrar força na copa das Confederações em junho e mais ainda na copa do Mundo de 2014. Forza, Brasil!!!

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